Minha Cidade

Americana

Parque Ecológico
A cidade, que surgiu como uma pequena vila no entorno da estação de trem (1875) da Cia. Paulista, ganhou este nome por causa da colonização. Com o fim da Guerra de Secessão, muitas famílias americanas sulistas acabaram povoando a região a partir de 1866 e trazendo na bagagem novas técnicas de cultivo, como o uso do arado e a introdução da melancia “cascavel da Geórgia”. A cana-de-açúcar acabou substituída pelo algodão e não tardou para que a primeira indústria têxtil surgisse. A pioneira foi a Fábrica de Tecidos Carioba, montada em 1889 pelo americano Clement Willmot e vendida para a família Müller em 1902. Os Müller, alemães, trouxeram novo conceito de urbanização, baseado no europeu – surgiram vilas operárias, hotel, escolas, cooperativas e residências. Paralelo a isto, imigrantes italianos chegavam à cidade. A mistura deu a Americana as características atuais. Cidade de 200 mil habitantes, a 132 km da capital, ela ainda possui seu nome vinculado ao ramo têxtil, mas tem um parque industrial diversificado e é apontada como bom centro de eventos e negócios

O que fazer em Americana :.
Casarão
Aproveite as tardes quentes para passear de barco, pescar e praticar esportes náuticos na Represa do Salto Grande, a 18 km do centro da cidade. Mais próximo, o Parque Ecológico Cid Almeida Franco, com seus 120 mil m² e aproximadamente 500 animais, é uma boa opção de lazer

O que visitar em Americana :
De museus, vale tanto o de Arte Contemporânea (MAC) como o Conselheiro João Carrão, também conhecido como Casarão, com sua bela arquitetura colonial mineira e acervo que abrange de instrumentos para castigar escravos a mobiliário. Na mesma linha, a Casa de Cultura Hermann Müller mostra as antigas instalações da fábrica Carioba e a Estação Cultural preserva a memória da antiga estação ferroviária. Na linha sacra, a imponência da neoclássica Igreja Matriz de Santo Antônio, com esculturas e belos vitrais, merece olhares mais atentos. Interessante também é o estilo arquitetônico do Teatro Elis Regina, cujo formato remete a uma lona de circo.


Casa Cultural Hermann Müller